O projeto “Elas que Movem” foi idealizado pelo programa Viver Melhor e vai além da simples promoção de empreendimentos femininos. Ele oferece uma plataforma para participação em feiras, oportunidades de capacitações e momentos de troca de experiências. Até o momento, o catálogo do projeto já reúne mais de 160 empreendedoras de diversos setores, incluindo artesanato, vestuário, alimentação e serviços. Essa diversidade reflete a rica tapeçaria de talentos e iniciativas que as mulheres da cidade têm a oferecer.
O evento se tornou um marco para as empreendedoras, que puderam apresentar seus produtos e interagir com os demais participantes, ganhando reconhecimento pelo seu trabalho. Sara Alves, atuando no setor de vestuário infantil, fez sua estreia em eventos dedicados ao empreendedorismo e expressou sua alegria: “Esse projeto tem sido incrível, especialmente para mim que estou no início da carreira”, disse.
Larissa Canuto, coordenadora do eixo de empreendedorismo do Viver Melhor, ressaltou a importância do projeto, afirmando que não se trata apenas de uma série de ações, mas de um verdadeiro movimento que empodera as mulheres de Arapiraca. “A ideia é fortalecer, dar visibilidade e mostrar que cada mulher pode ser a protagonista da sua história”, comentou.
Priscila, proprietária de uma loja de decoração, também teve um momento de destaque ao presentear o prefeito Luciano Barbosa com uma de suas criações. A empreendedora compartilhou sua satisfação com o evento, afirmando que a valorização do trabalho feminino é vital, especialmente diante dos desafios que as mulheres enfrentam no universo do empreendedorismo.
Para as interessadas em integrar o catálogo “Elas que Movem”, a prefeitura disponibiliza um contato via WhatsApp, onde as empreendedoras podem fornecer informações sobre seus negócios. O projeto não só ilumina as conquistas das mulheres de Arapiraca, mas também serve como um convite para que mais mulheres se unam a essa rede de apoio e incentivo. Para explorar mais a fundo as atividades e as empreendedoras em destaque, os cidadãos podem acessar as redes sociais do projeto, onde o catálogo está disponível.






