Durante a visita, o prefeito ressaltou a importância do VLT para a mobilidade urbana da cidade, destacando que a obra não só facilitará o transporte até a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), mas também integrará o sistema com outras modalidades de transporte, visando à melhoria da qualidade de vida dos habitantes de Arapiraca. Ele comentou sobre os estudos que estão sendo realizados para garantir a sinergia entre os diferentes meios de transporte.
O evento contou com a participação do senador Renan Filho, do secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, e representantes do Departamento Nacional de Transportes (DNIT) e da Ferrovia Transnordestina Logística (FTL). O ministro Santoro informou que as obras do VLT já estão 63% concluídas e que, em setembro, um trem adaptado deverá começar a ser testado na malha.
O senador Renan Filho expressou sua gratidão ao ministro por dar prosseguimento ao projeto, originalmente iniciado durante sua gestão ministerial em 2025. Ele sublinhou que o VLT não apenas melhorará a infraestrutura viária da cidade, mas também facilitará a integração com a Marginal Riacho do Piauí e a Ciclovia do Trabalhador.
O projeto, que está em sua fase inicial de implantação, contempla a criação de um sistema ferroviário urbano de passageiros com uma extensão total planejada de 13 quilômetros. A primeira etapa envolve a revitalização de 9 quilômetros já existentes, com um investimento estimado em cerca de R$ 200 milhões. As obras também incluem a adequação de viadutos e a criação de desvios ferroviários, com o início dos testes operacionais projetado para os próximos meses.
A segunda fase do projeto se destina a ampliar a extensão do VLT em mais 4 quilômetros, conectando-o ao campus da Ufal, localizado no bairro Bom Sucesso. Durante essa fase, estão em curso estudos técnicos e levantamentos topográficos que permitirão a definição final do traçado.
Além da promessa de melhorar significativamente o transporte na região, o VLT de Arapiraca é visto como uma iniciativa crucial para desenvolver um sistema de mobilidade urbana que atenda às necessidades atuais da população. Com a expectativa de transportar até 400 passageiros por viagem, o novo sistema promete reduzir o tempo de deslocamento diário e promover um fluxo mais eficiente em direção a áreas comerciais e educacionais, entre outras. Essa obra é considerada um marco para a infraestrutura da mobilidade urbana no interior do Nordeste, resultante da cooperação entre várias entidades governamentais.





