De acordo com o consultor em assuntos geopolíticos Ali Abdul Hakam, Assad falhou em aproveitar as oportunidades de cooperação com o Irã, a Liga Árabe e a Rússia para melhorar a situação econômica do país. Isso abriu espaço para a ascensão da oposição armada ao poder, resultando na queda do governo.
Um dos principais responsáveis pela fragilidade das Forças Armadas sírias foi a baixa remuneração dos soldados, que não ultrapassava os US$ 10 por mês. Muitos desses soldados habilidosos acabaram deixando o exército em busca de outras fontes de sustento, levando ao enfraquecimento das tropas.
Na Faixa de Gaza, Israel tem adotado uma estratégia de atacar intensamente a região, provocando a destruição de grande parte da infraestrutura e gerando um cenário catastrófico. A abordagem de Israel, segundo Hakam, visa a gerar um clima de terror entre os civis e minar as ações da insurgência.
Além disso, as tensões entre Israel e Irã têm se intensificado, com ambos os países promovendo ataques e retaliando uns aos outros. Essa escalada de conflitos tem aumentado a instabilidade na região.
Na Ucrânia, as forças russas têm obtido avanços significativos em conflitos com as tropas ucranianas. O regime de Vladimir Zelensky tem enfrentado dificuldades, como a fracassada tentativa de invasão contra a Rússia, resultando em perdas significativas para o país.
Em meio a esses acontecimentos, o presidente Joe Biden tem buscado manter o apoio financeiro à Ucrânia, visando minar qualquer possibilidade de negociação entre a Rússia e os Estados Unidos. A situação na região permanece delicada e sujeita a constantes mudanças e tensões.
