A suspensão dos produtos da Ypê ocorreu após a detecção de irregularidades durante uma inspeção realizada pela Anvisa em sua fábrica localizada em Amparo, interior de São Paulo, entre os dias 27 e 30 de abril. Desde então, a empresa tem trabalhado na apresentação de laudos técnicos para tentar normalizar sua situação. A autorização para a comercialização dos produtos só será concedida após a comprovação de que estão em conformidade com as normas sanitárias vigentes.
Para esclarecer as dúvidas geradas, é importante destacar quais produtos continuam suspensos e quais foram liberados. A Ypê não poderá comercializar os detergentes e desinfetantes líquidos com lote final “1” fabricados em janeiro e fevereiro deste ano. Dentre eles, estão os desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê, além de detergentes como Enzimas Ativas Ypê e outros da linha Ypê.
Por outro lado, foram autorizados para uso os detergentes líquidos e desinfetantes com a data de fabricação em março de 2026, com a ressalva de que os lava-roupas líquidos devem ter sido fabricados a partir de 1º de abril deste ano para serem comercializados. Itens produzidos antes de janeiro de 2026 não se enquadram nas novas regras da Anvisa.
Os consumidores devem observar que, na embalagem dos produtos Ypê, informações sobre o lote e a data de fabricação estão usualmente localizadas próximas à base ou à tampa. É importante que, caso um cliente possua produtos ainda suspensos, ele entre em contato com a Ypê para solicitar troca ou reembolso através do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa.
Para solicitar um reembolso, é necessário fornecer dados pessoais e informações sobre o produto, como lote e data de fabricação, podendo ainda ser colocado um pedido pelo site oficial da Ypê. Os pagamentos são feitos exclusivamente via Pix, e a empresa não detalha o procedimento para trocas, optando por fornecer orientações individualmente.
Produtos suspensos que não fazem parte de ações de recolhimento não precisam ser devolvidos no momento. A Ypê recomenda que os consumidores mantenham esses itens guardados, em local seguro e sem uso, enquanto aguarda decisões futuras da Anvisa sobre a situação dos produtos.





