As escavações estão sendo realizadas em um terreno que pertencia à Universidade Central Tribal Sammakka-Sarakka, onde a construção de um muro estava em andamento. Durante as atividades, equipes de terraplanagem descobriram grandes estruturas de pedra, o que levantou a suspeita de que aquelas ruínas poderiam ser parte de um complexo sagrado, possivelmente relacionado aos antigos rituais do povo Kakatiya.
Nas cenas subsequentes à descoberta, uma das cobras não sobreviveu e ficou soterrada, enquanto as outras duas conseguiram escapar do local. Moradores da região, em um ato simbólico e respeitoso, realizaram rituais fúnebres para a cobra morta. Este ato foi interpretado como espiritualmente significativo, uma conexão com um santuário que tinha se perdido no tempo. Na tradição local, a presença de cobras em conjunto com ruínas de templos é muitas vezes associada a proteção espiritual e crenças que perpetuam a ligação entre água e espaços sagrados.
Apesar da importância histórica ainda não estar confirmada, a descobertas gerou um frenesi na comunidade e um interesse renovado pela arqueologia regional. As autoridades decidiram interromper temporariamente a construção para permitir uma investigação mais profunda das ruínas, que agora podem oferecer insights valiosos sobre o legado cultural dos Kakatiya e suas práticas religiosas. O simbolismo cultural e as implicações desta descoberta têm repercussões que vão além da mera arqueologia, envolvendo questões de identidade e espiritualidade no contexto indígena da Índia contemporânea.
