Edwards, em sua declaração após o jogo, expressou sua insatisfação com a falta de empenho de Doncic e Jokic, ambos considerados entre os melhores jogadores da atualidade. “Não quero desrespeitar Luka e Jokic, mas é frustrante ver que eles não estão tentando jogar no All-Star Game”, afirmou, levantando um debate sobre o engajamento de superestrelas em um evento que deveria ser, por definição, um show de talentos.
Nesta edição do All-Star Game, a NBA decidiu reformular o formato da competição, na esperança de fomentar um maior interesse tanto dos atletas quanto do público. As equipes foram divididas em dois grupos americanos, chamados “Stars” e “Stripes”, e um time internacional, o “Time Mundo”. Este novo formato resultou em partidas emocionantes, onde os times dos Estados Unidos se destacaram, culminando em uma final que viu os Stars, liderados por Edwards, derrotarem os Stripes por 47 a 21. Durante a competição, Edwards teve impressionantes 32 pontos, 9 rebotes e 3 assistências, consolidando sua posição de destaque.
No entanto, a participação breve de Jokic e Doncic no evento gerou questionamentos. Ambos jogaram apenas cerca de cinco minutos, justificando sua atuação com questões de controle de carga devido a lesões. Jokic, por sua vez, não apresentava uma lesão específica, enquanto Doncic estava se recuperando de um estiramento na coxa esquerda, que o havia tirado de quatro partidas anteriores.
Nesse cenário, o Time Mundo contou com um desempenho notável do jovem francês Victor Wembanyama, do San Antonio Spurs, que marcou 33 pontos e pegou 8 rebotes em duas partidas, destacando-se na ausência das superestrelas europeias. O evento, que mistura entretenimento e competição, deixou como legado não apenas um novo campeão, mas também um alerta sobre a importância do engajamento nas principais celebrações do basquete profissional.







