O espetáculo foi marcado por músicas que ressaltam a sensualidade, uma característica intrínseca de Anitta, e que acabaram gerando controvérsia. Segundo a coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles, trechos explicitamente explícitos da música “Capa de Revista” foram censurados durante a transmissão ao vivo. Palavras como “puta”, “sexo”, “piranha” e “pica” foram silenciadas para se adequarem ao horário de exibição.
A decisão da Globo em editar as partes mais controversas da apresentação não foi bem recebida pelos admiradores de Anitta, que criticaram veementemente a atitude da emissora. Nas redes sociais, a expressão “Anitta Censurada” se tornou viral, com os fãs questionando a postura da Globo em relação à artista. Houve até mesmo comparações com outros canais que optaram por programações mais conservadoras em detrimento do show da cantora.
Além disso, a escolha da Globo em transmitir o espetáculo de Anitta na TV aberta também gerou polêmica, com diversos espectadores lamentando a exposição de conteúdo considerado inadequado para um público diverso, incluindo crianças. Alguns usuários do Twitter chegaram a classificar a emissora como “GloboLixo” e pediram por sua cessação, alegando que a empresa desrespeitou a celebração da virada do ano com vulgaridade.
Em meio a todas essas críticas e polêmicas, o show de Anitta na praia de Copacabana durante o Réveillon se revelou não apenas uma apresentação musical, mas um evento que despertou discussões sobre os limites da liberdade artística e os padrões de programação televisiva. A controvérsia em torno do espetáculo da cantora certamente deixou marcas e repercutirá por um bom tempo na mídia e nas redes sociais.
