Entretanto, a situação ganhou novos contornos com a revelação de que a Federação Italiana de Futebol (FIGC) sondou Ancelotti para o cargo de técnico da seleção italiana. O diretor de seleções da FIGC, Paolo Maldini, destacou o contato, mas Ancelotti, por sua vez, deixou claro que não considera a possibilidade de deixar a seleção canarinha. Informações recentes afirmam que o treinador sente-se motivado e focado em cumprir seu contrato com a CBF.
A CBF, por sua vez, enxerga o interesse da Itália como uma forma de validação do trabalho de Ancelotti. O relacionamento pessoal entre o técnico e Maldini, ambos com vasta história no Milan, também é um fator que torna essa sondagem compreensível. Contudo, não houve propostas formais entre as partes, o que sugere que o foco de Ancelotti permanece na seleção brasileira, especialmente após a renovação até 2030.
A Itália, que passa por um momento conturbado após a falha em se classificar para a última Copa do Mundo, também está de olho em outros nomes para o cargo de treinador, como Pep Guardiola, que está disponível no mercado. Mendes, que confirmou o interesse, ressaltou a urgência em encontrar um novo comandante, mas afirma que a federação está disposta a esperar pelo nome certo.
A saída de Gennaro Gattuso, após uma sequência de resultados negativos, deixou a seleção italiana sem rumo, e a pressão para a escolha de um novo técnico é intensa. A expectativa é que, em breve, a FIGC possa anunciar um novo treinador, assegurando o futuro da seleção em um momento crítico.
Em paralelo, Ancelotti continua seu trabalho à frente do Brasil, com a certeza de que seu compromisso com a equipe pode resultar em grandes conquistas futuras, uma vez que a seleção se prepara para os desafios que virão na Copa do Mundo e além. A união de um técnico vencedor e uma equipe talentosa promete manter acesa a esperança de títulos e sucesso internacional.





