Os bilhetes encontrados eram distintos entre si. O primeiro, particularmente alarmante, trazia uma ameaçadora menção a um ataque planejado para o dia 27 de maio, no qual o autor alegava ser vítima de bullying e preconceito no ambiente escolar. A mensagem declarava: “Massacre na escola… Dia 27 de maio. Todos esses só sabem fazer bullying, preconceito, e etc. Todos merecem esse fim”, revelando uma profunda angústia e um clamor por atenção.
Em contrapartida, o segundo bilhete assumiu um tom mais cauteloso, sugerindo que havia alguém ciente da identidade do possível autor da ameaça. Nessa mensagem, o autor alertava a administração escolar e mencionava nomes de outros estudantes, talvez insinuando um conhecimento sobre um possível plano de ataque. Essas revelações demonstram não apenas um estado de alerta entre os alunos, mas também uma percepção de que aquela situação não poderia ser ignorada.
Após diligências minuciosas, a Polícia Militar conseguiu identificar a suposta autora dos bilhetes: uma aluna da própria instituição, cuja idade não foi divulgada para preservar sua identidade. O aspirante Tainnes, da 9ª Companhia Independente da PM, destacou que imediatas medidas foram tomadas para assegurar a segurança da comunidade escolar. Ele também enfatizou a importância do acompanhamento psicológico da estudante, a fim de cuidar do seu bem-estar emocional.
A ação contou com o suporte do Conselho Tutelar e da equipe de segurança da escola, coordenando esforços para manter a ordem e a pacificação no ambiente educacional. O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalhará para esclarecer os fatos com a seriedade que o assunto requer, enquanto a comunidade escolar respira um pouco mais aliviada, mas ainda em alerta. Essa ocorrência levantou discussões sobre a prevalência do bullying e a necessidade de iniciativas que promovam um ambiente escolar mais acolhedor e seguro para todos os alunos.
