Durante a coletiva, foi ressaltado que, embora a ideia do envio dos Eurofighters esteja sendo analisada, ainda é prematuro falar sobre qualquer decisão definitiva. O porta-voz enfatizou que “todas essas questões estão, por assim dizer, apenas em análise” e que o governo alemão está avaliando suas capacidades, bem como as condições atuais na Groenlândia. O potencial envio de caças se insere em um contexto mais amplo de planejamento de exercícios na região, que também inclui aeronaves de reconhecimento e fragatas.
Além do Eurofighter, a participação da Alemanha em uma missão europeia de reconhecimento na Groenlândia foi mencionada. Nesta missão, estão envolvidos especialistas alemães de diversas áreas, em colaboração com outros parceiros da OTAN. Recentemente, um destacamento de 13 militares da Bundeswehr se deslocou para a ilha para participar das atividades. O comando da missão está sob liderança dinamarquesa, e os objetivos incluem coletar informações essenciais que possam guiar futuras negociações e estratégias dentro da aliança militar.
Apesar da movimentação, o Ministério da Defesa da Alemanha esclareceu que, no momento, não está em discussão como cada país europeu deverá contribuir especificamente para a segurança da Groenlândia. O foco, pelo enquanto, é entender o cenário local para melhores tomadas de decisão no futuro. A crescente complexidade geopolítica na região do Ártico, exacerbada por tensões globais, torna este tipo de atuação cada vez mais relevante nas agendas de defesa dos países envolvidos.







