Ao longo de sessões programadas para os dias 8, 15 e 22 de julho, os participantes se envolvem em discussões que englobam a promoção de ambientes equitativos para grupos sub-representados, como mulheres, pessoas negras, portadores de deficiência, e a população LGBTQI+. Além disso, são abordados o respeito ao nome social, políticas de enfrentamento à LGBTfobia e a diversidade geracional. Tópicos como o combate ao racismo estrutural e a paridade de gênero nos cargos de liderança também estão na pauta.
Conforme destacou Karine Ciríaco, coordenadora de Educação Permanente da Uncisal, o tema da diversidade está alinhado com as recentes iniciativas do Governo de Alagoas para promoção dos direitos humanos. Segundo ela, ampliar o debate entre lideranças universitárias é crucial para que as práticas institucionais acompanhem as políticas públicas em desenvolvimento.
Para a instrutora Milene Mendes, a formação visa equipar as lideranças com ferramentas para gerir a diversidade como um pilar da administração pública. A meta é que essas lideranças usem o conhecimento adquirido para apoiar suas equipes, garantindo respostas adequadas às necessidades daqueles que demandam atenção específica.
Raffael Gonçalves, gestor da Superintendência de Desenvolvimento Sustentável, ressaltou a aplicação prática dos conteúdos discutidos, enfatizando que liderar envolve reconhecer e respeitar as diferenças, promovendo condições para que todos desenvolvam seu potencial. Agda Soares, assistente social da Uncisal, afirmou que a trilha amplia a compreensão sobre liderança, além dos aspectos técnicos, reforçando uma visão humana essencial para a excelência institucional.
Com total de 100 horas, a Trilha de Liderança da Uncisal já cobriu módulos sobre Liderança e Planejamento Estratégico, e seguirá com os temas Inteligência Emocional e Conduta de um Líder nos próximos meses.