A ação coordenada envolveu a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e demandou transporte terrestre até o aeroporto, seguido de voo até São Paulo, culminando com a chegada à unidade de saúde por meio de ambulância. Durante toda a transferência, a equipe manteve cuidados rigorosos compatíveis com a complexidade do quadro clínico, assegurando suporte e monitoramento constantes.
O diretor-presidente do DEA, coronel André Madeiro, destacou a complexidade envolvida nesse tipo de operação, ressaltando a importância do planejamento minucioso para cada etapa. “A segurança e continuidade no atendimento são prioridades”, afirmou ele, enfatizando a necessidade de coordenação precisa entre as equipes para o sucesso da missão.
A tenente-coronel Elaine Monteiro, responsável pela Integração Aeromédica do DEA, reiterou o rigor técnico exigido nessas transferências. Ela sublinhou que o cumprimento dos protocolos é fundamental para garantir o transporte seguro em condições clínicas delicadas. A paciente foi acompanhada de modo protocolar, garantindo que a continuidade do atendimento fosse realizada de forma eficaz e segura, assegurando o cuidado necessário do início ao fim do trajeto.






