O curso, identificado como Curso Básico de Inteligência Artificial, foi estruturado em 30 horas de aprendizado teórico e prático. Seu principal objetivo foi capacitar os profissionais a utilizar ferramentas de IA de forma segura e produtiva, integrando a tecnologia na análise de dados, elaboração de documentos e apoio à tomada de decisões estratégicas.
Essas habilidades são fundamentais para que a IA atue como um suporte, sem substituir o julgamento humano, e sempre respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as normas de segurança da informação. Tarcísio Anderson Lopes Silva, sargento e coordenador pedagógico do curso, destacou a irreversibilidade do avanço da IA, ressaltando a necessidade de preparo dos agentes para o seu uso estratégico e responsável.
“A IA veio para ficar e pode se tornar uma aliada eficaz no combate ao crime, ampliando a capacidade de análise e otimização dos processos investigativos e operacionais dos profissionais de segurança pública”, afirmou o sargento. Ele reforçou que a tecnologia não substitui os agentes, mas potencializa o trabalho com responsabilidade e senso crítico.
A abordagem prática foi um dos pontos altos do curso, incluindo exercícios de engenharia de prompt, automação de documentos, análise de planilhas e introdução a modelos preditivos aplicados à segurança pública. A coordenação pedagógica ficou sob responsabilidade da cabo Larissa Artemis Luna Monteiro, enquanto a coordenação operacional contou com a expertise dos professores doutores Rian Gabriel Santos Pinheiro e Bruno Costa e Silva Nogueira, ambos atuando na Ufal. Essa iniciativa ressalta o compromisso de Alagoas em integrar tecnologia de ponta nas operações de segurança, buscando sempre melhores resultados no combate à criminalidade.
