A participação da Sesau, através da Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental (GVAM) e da Vigilância Sanitária Estadual, está centralizada na avaliação rigorosa do índice de potabilidade da água. As equipes realizarão coletas de amostras das redes de abastecimento de água municipais, submetendo-as a análises que incluem testes microbiológicos, de turbidez, além da detecção de resíduos de agrotóxicos. Ao todo, serão efetuadas 12 coletas.
Paralelamente, a equipe de Vigilância Sanitária examina as instalações de saúde para verificar se estas operam de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Thalyne Araújo, secretária-executiva de Vigilância em Saúde da Sesau, ressalta a importância dessa fiscalização para assegurar que a qualidade da água fornecida atenda aos padrões exigidos, evitando assim problemas sérios de saúde pública relacionados à água contaminada.
Desde 2014, Alagoas integrou-se ao Programa de Fiscalização Preventiva Integrada, um esforço colaborativo que visa identificar desvios das normas ambientais e de saúde através de uma abordagem multidisciplinar. Isabel Castro, gerente de Vigilância em Saúde Ambiental da Sesau, elogia os avanços que o programa proporcionou em prol da qualidade de vida dos cidadãos. Ela destaca que tais fiscalizações não apenas geram relatórios minuciosos, mas também envolvem o Ministério Público no monitoramento das ações corretivas necessárias.
Concluindo as duas semanas de intensa fiscalização, está prevista uma audiência aberta ao público para o dia 30 de novembro no auditório da Secretaria Municipal de Educação de São Sebastião. Durante essa sessão, os resultados preliminares da inspeção serão apresentados, oferecendo um panorama das descobertas e das medidas adotadas para sanar as irregularidades encontradas, reafirmando o compromisso da Sesau com a saúde e o bem-estar da população alagoana.
