O Curso de Primeira Intervenção em Crises (CPIC) se destacou durante este período, com a adesão maciça dos integrantes da Polícia Militar de Alagoas, para os quais a formação se tornou obrigatória. Somente a versão online do CPIC contou com 6.470 inscritos e uma notável aprovação de 6.174 participantes.
O CPIC é composto de duas fases complementares para maximizar a eficiência operacional. A primeira, teórica, ocorre via plataforma CEI Educar, enquanto a segunda envolve oficinas práticas no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), proporcionando simulações realistas de ocorrências complexas. Até o momento, centenas de agentes já concluíram as oficinas práticas, com novas turmas previstas para abril.
A chefe de ensino, major Joyce Bezerra, destacou a importância de uma abordagem curricular que prioriza a técnica, a ética e a dignidade humana. Segundo ela, o esforço visa consolidar uma cultura organizacional orientada pelo respeito e legalidade.
O secretário Flávio Saraiva reafirmou a dedicação na criação de um sistema de segurança pública cada vez mais preparado para decisões qualificadas em situações críticas, protegendo tanto os profissionais quanto os cidadãos.
Adicionalmente, a plataforma CEI Educar continua a expandir seu portfólio de cursos. Novas ofertas incluem temas como Legislações na Atuação Policial, Libras, e o Curso de Operador de Arma de Incapacitação Neuromuscular, com uma novidade tecnológica: o Curso de Inteligência Artificial no Serviço Público, previsto para o final deste mês. Esta última formação tem o objetivo de preparar agentes para a crescente integração das inovações tecnológicas na administração pública, melhorando a eficiência e a qualidade do atendimento ao cidadão.






