A equipe técnica da Superintendência de Vigilância em Saúde da Sesau enfatiza que a prevenção contínua é essencial para controlar a propagação do vetor no estado. Paulo Protásio, supervisor de endemias, pontua que é crucial eliminar focos de água parada, esvaziar e manter virados para baixo recipientes como garrafas e baldes, além de proteger adequadamente reservatórios de água, mantendo caixas d’água, tonéis e piscinas vedados e limpos.
Protásio também orienta que as pessoas cuidem de suas plantas, evitando aquelas que acumulam água limpa, e sugere o uso de areia nos pratos de vasos. Manter as calhas e ralos desobstruídos, além do descarte correto de pneus e entulhos, são medidas eficazes na prevenção.
Outro ponto destacado é a importância do envolvimento da comunidade no combate ao mosquito. Mais de 70% dos criadouros estão localizados em domicílios, conforme estudos da Fiocruz, o que reforça a necessidade de um esforço conjunto entre poderes públicos e cidadãos.
De janeiro a abril deste ano, Alagoas registrou 977 casos prováveis de dengue, incluindo um óbito. Houve também 349 casos prováveis de chikungunya, sem mortes, e 29 casos de zika. Esses números sublinham a urgência de intensificar ações de prevenção para garantir a saúde pública.





