Desde o recebimento dos insumos, cada etapa do processo é meticulosamente controlada. Em cada escola, a qualidade dos produtos é cuidadosamente verificada no momento da entrega. Raquel Vasconcelos, superintendente de Alimentação Escolar, enfatiza que o manejo correto é essencial para manter a integridade dos alimentos. “Adotamos um protocolo claro: só após uma inspeção rigorosa os alimentos podem ser armazenados. Seguimos o sistema Primeiro que Vence, Primeiro que Sai (PVPS) e todas as normas da vigilância sanitária. Qualquer desvio identificado resulta em medidas imediatas”, explica.
Além disso, a Supae realiza inspeções regulares nas escolas por meio de seus Núcleos de Alimentação Escolar. Quando falhas são detectadas, como já ocorreu na capital, ações imediatas são tomadas: o lote comprometido é descartado, o ambiente sanitizado e processos administrativos são abertos para apurar responsabilidades.
A capacitação das merendeiras é um ponto crucial nessa estratégia. Elas passam por treinamentos periódicos para se tornarem fiscais da qualidade dentro das cozinhas. “A alimentação escolar em Alagoas é reconhecida como referência. Não toleramos falhas que coloquem em risco a saúde dos alunos. Estamos reforçando a presença de nossas equipes nas escolas para garantir uniformidade e excelência em todo o estado”, finaliza Raquel Vasconcelos.






