O estande da Secult foi planejado para que todos os visitantes se sintam parte das atrações. Há intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (libras), que ministram oficinas e realizam tradução simultânea da programação. Além disso, as narrativas apresentadas são ricas em representatividade, buscando abranger a diversidade cultural.
Dentre os participantes, destaca-se Maria Luiza, de 55 anos, que estava acompanhada de seu neto Luca, de 3 anos. Eles pararam para apreciar uma apresentação de histórias cantadas e se envolveram completamente, dançando e se divertindo juntos. Maria Luiza elogiou a programação da Secult, afirmando que chamou sua atenção em todos os dias em que esteve na Bienal.
Outra atração do evento foi a atriz Meire Deise, que trouxe contos africanos para a programação. Ela ressaltou o compromisso com a inclusão, destacando a importância de tornar espaços culturais acessíveis a todos os públicos. A presença dos intérpretes durante sua apresentação foi motivo de satisfação para a atriz.
Gabriel Macário, estudante de teatro de 19 anos, participou da mesma apresentação e ressaltou a importância da representatividade. Ele destacou a satisfação de a Secult ter dado espaço para religiões de matrizes africanas, valorizando as raízes e a religião do povo.
A 10ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas é uma realização do Governo de Alagoas e da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). O evento é considerado o maior encontro cultural e literário do estado, e a Secult tem uma programação completa de 12 horas voltada para a temática da “Inclusão e Diversidade”.
A programação completa da Secult na Bienal pode ser acessada através do site da Secretaria. A diversidade e inclusão são os principais pilares desse espaço, que busca proporcionar experiências enriquecedoras para todas as gerações. Através de atividades interativas e educativas, a Secult potencializa a inclusão e valoriza a diversidade cultural.
