A trajetória da secretária tem sido marcada pelo compromisso com a defesa dos direitos das mulheres, dos povos originários e das comunidades quilombolas. Sua atuação em prol dessas causas, bem como suas iniciativas voltadas à população em situação de vulnerabilidade, foram determinantes para sua seleção no programa. “Estou muito feliz com esta aprovação e reconhecimento. Estar entre os quatro servidores de todo o Brasil selecionados para um evento tão importante mostra o quanto o nosso trabalho em Alagoas em defesa das mulheres e dos direitos humanos está sendo reconhecido a nível nacional e internacional”, declarou.
Esta não é a primeira vez que as ações lideradas por Maria Silva ganham visibilidade internacional. Em março deste ano, a secretária participou da 68ª edição da Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU, na qual integrou a comitiva brasileira a convite da ministra das Mulheres, Cida Gonçalves. Durante o evento, que acontece na sede da ONU em Nova York, Maria Silva contribuiu significativamente para a inclusão de políticas específicas voltadas para mulheres quilombolas.
Além disso, Maria Silva foi agraciada com o prêmio Mulheres Brasileiras que Fazem a Diferença, reconhecimento dado pela Embaixada e Consulados dos Estados Unidos no Brasil a mulheres que realizam trabalhos de destaque em suas comunidades. Em 2024, a Semudh, sob sua liderança, desenvolveu diversas ações importantes, incluindo trilhas formativas para gestoras de políticas públicas para mulheres e o projeto Território de Resistência: Identidade Quilombola. Essas iniciativas revelam um esforço contínuo para fortalecer o amparo às mulheres e a promoção da equidade de gênero, reafirmando Alagoas como referência na implementação de políticas públicas de empoderamento e proteção dos direitos humanos.






