ALAGOAS – Secretaria da Fazenda de Alagoas Assume Coordenação Estratégica no Consórcio Nordeste Focado em Temas Fiscais e Federativos

Em um desdobramento significativo para a administração pública do Nordeste, a Secretaria da Fazenda de Alagoas, sob a liderança de Renata dos Santos, assumiu nesta quinta-feira (5) a coordenação da Câmara Temática de Temas Fiscais e Federativos do Consórcio Nordeste. A transição foi oficializada durante uma reunião realizada no hotel Jatiúca e faz parte da continuidade dos trabalhos iniciados pelo colegiado em Alagoas.

Este movimento acontece paralelamente à posse do governador Paulo Dantas na presidência do Consórcio Nordeste, uma alteração que impõe que a coordenação da CT acompanhe o estado de origem da presidência do consórcio. Este rito garante uma coesão entre as lideranças e seus respectivos estados, potenciando a visão de conjunto em decisões relevantes para a região.

Durante o encontro, o trabalho desenvolvido pela câmara foi enaltecido pelo antigo coordenador, Emílio de Oliveira, secretário de Fazenda do Piauí, que destacou a importância do Fundo de Participação dos Estados (FPE) como assunto central. Com uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) limitando os critérios de partilha até 1º de março, o grupo busca novas alternativas para os estados nordestinos.

A coordenação técnica também busca alinhamento com órgãos cruciais como o Confaz e o Consefaz, fortalecendo as estratégias fiscais da região. Renata dos Santos, ao assumir seu novo papel, destacou a necessidade de enfrentar os desafios da implementação da Reforma Tributária com a CBS e o IBS, ressaltando a importância de uma administração bem organizada para esse novo panorama fiscal.

Participaram da reunião representantes dos nove estados nordestinos, discutindo outros temas cruciais para o desenvolvimento econômico da região. Este evento simboliza não apenas uma transição de liderança, mas também um comprometimento renovado dos estados nordestinos em buscar soluções integradas para desafios comuns, fortalecendo o papel do Consórcio Nordeste como força unificadora ante as complexidades fiscais e federativas do Brasil.

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