ALAGOAS – Seades Conclui Capacitação Nacional para Fortalecer Proteção Social na Primeira Infância e Apoio a Gestantes

Em evento nacional realizado entre os dias 2 e 6 de fevereiro, a Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades) concluiu sua participação na Capacitação Nacional do Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para Gestantes e Crianças de 0 a 6 anos (SPSBD-GC). O encontro, promovido em Brasília, reuniu profissionais do Sistema Único de Assistência Social (Suas) de todas as regiões do Brasil, marcando um significativo avanço no reordenamento das ações voltadas à primeira infância.

Organizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em colaboração com a Fundação Van Leer e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, o treinamento teve como principal objetivo orientar as equipes estaduais sobre a nova metodologia do serviço. Este serviço agora integra de maneira estruturada a Proteção Social Básica do Suas, substituindo o Programa Primeira Infância no Suas/Criança Feliz.

Durante a capacitação, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre o modelo de atenção domiciliar e o trabalho social com famílias e territórios. Especialistas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) conduziram as atividades, realizadas no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE). Esse treinamento visa implementar o SPSBD-GC de maneira integrada e humanizada, alinhada às diretrizes nacionais.

Genilda Leão, Superintende da Assistência Social da Seades, destacou a relevância da formação para enriquecer o trabalho realizado no estado de Alagoas. “Essa capacitação é estratégica para qualificar ainda mais o acompanhamento das gestantes, crianças e famílias, garantindo uma atuação mais integrada do Suas e respeitando as especificidades dos nossos territórios”, afirmou.

O evento também apresentou resultados do Diagnóstico da Gestão Territorial e do Atendimento às Famílias com Crianças na Primeira Infância. Este estudo é crucial para planejar e reordenar os serviços nos municípios, especialmente em comunidades indígenas e quilombolas que enfrentam alta vulnerabilidade social.

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