ALAGOAS – “Saúde inicia ciclo de capacitações nas unidades do interior visando pessoas em situação de rua para melhorar atendimento”

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) deu início a um ciclo de capacitações nas unidades de saúde do interior do estado, com o objetivo de qualificar a assistência às pessoas em situação de rua. O treinamento envolve toda a equipe multiprofissional dos hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e ocorrerá até o dia 28 de dezembro.
Na primeira etapa do treinamento, que teve início nesta semana, as capacitações estão programadas para os municípios de Palmeiras dos Índios, Arapiraca, Água Branca, Delmiro Gouveia, São José da Tapera, Batalha, Rio Largo e Pilar. A técnica de referência das Políticas Transversais da Sesau, a psicóloga Elma Liliane de Araújo, enfatiza a importância do curso para que os profissionais de saúde possam prestar um atendimento mais humanizado e sensível à realidade das pessoas em situação de rua.
Segundo Elma Liliane de Araújo, é fundamental que os profissionais de saúde tenham um olhar mais empático e estejam aptos a lidar com as especificidades da população mais vulnerável durante o atendimento. O treinamento busca promover a sensibilização e a humanização do atendimento, garantindo assistência de qualidade a todos os pacientes, independentemente de sua condição social.
A população em situação de rua, muitas vezes, não possui documentos quando busca assistência, e é crucial que receba um tratamento igualitário e eficaz. Para Elma Liliane de Araújo, é dever do Estado garantir um tratamento igualitário a esses usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), levando em consideração suas particularidades e necessidades específicas.
O secretário de Estado da Saúde, Gustavo Pontes de Miranda, também reforçou o compromisso do estado em garantir uma assistência igualitária a toda a população. Ele ressaltou a importância de conscientizar e qualificar as equipes multiprofissionais para que possam prestar assistências mais humanizadas e sensíveis à realidade dos pacientes em situação de rua.

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