Matheus Pires, coordenador do programa, enfatiza que esses números são reflexo do fortalecimento da rede e da contínua capacitação das equipes envolvidas. O trabalho integrado entre regulação, hospitais de referência e profissionais capacitados tem sido fundamental. Ele destaca que cada minuto é crucial e que os indicadores comprovam o avanço significativo de Alagoas na resposta rápida ao AVC, resultando em maior sobrevida e menos sequelas para os pacientes.
Os casos de Severina Soares e Josefa Maria de França ilustram o impacto positivo do programa. Ambas as pacientes, após apresentarem sinais clássicos de AVC, receberam atendimento rápido e eficaz nos hospitais da rede, dentro da janela terapêutica, o que foi determinante para suas recuperações e retomadas de uma vida com qualidade.
A rede abrange hospitais estratégicos, como o Hospital Geral do Estado (HGE), o Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA) e várias unidades regionais, garantindo um atendimento equânime e regionalizado. Embora o programa já apresente resultados notáveis, a maior incidência de casos entre pessoas acima de 50 anos ressalta a importância contínua da prevenção e do reconhecimento precoce dos sintomas, além da busca imediata por atendimento médico adequado.






