Durante a operação, foram encontrados no local diversos instrumentos usados para o abate ilegal de animais, incluindo facões, machados, correntes, ganchos metálicos, cordas e serras, todos com vestígios de sangue. Não havia nenhuma pessoa responsável presente no momento da fiscalização. O cenário macabro incluía ossadas, vísceras, peles e carcaças em avançado estado de decomposição, além de um forte odor, uma proliferação intensa de insetos e a presença de urubus. Além disso, os agentes identificaram o descarte irregular de resíduos do matadouro em um rio próximo.
A operação se estendeu a outros municípios, como Viçosa, onde uma espingarda calibre 32 foi apreendida após um suspeito fugir ao notar a presença policial. Similarmente, em Novo Lino, a denúncia de caça ilegal levou à apreensão de uma espingarda calibre 36, culminando na autuação de um indivíduo.
Nas cidades de Cajueiro, Colônia Leopoldina, Chã Preta e Maceió, os policiais identificaram a manutenção ilegal de aves silvestres em cativeiro, resultando na elaboração de Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCOs). Este esforço conjunto, liderado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas e integrado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, visa não apenas identificar, mas também desarticular práticas lesivas ao meio ambiente, reafirmando o compromisso das autoridades com a proteção dos biomas brasileiros.
