A operação mais recente focou em um segundo suspeito, descoberto por armazenar material ilícito. De acordo com a delegada Talita Aquino, que lidera a Delegacia de Combate aos Crimes Contra a Criança e Adolescente (DCCCA), o acusado tomou medidas para destruir evidências, apagando diversos arquivos digitais ao saber das investigações em andamento. Essa informação sublinha os desafios enfrentados pelas autoridades na coleta de provas.
A investigação começou há cerca de dois a três meses, impulsionada por uma denúncia anônima e cooperação com a Polícia Federal, demonstrando a importância da colaboração entre diferentes instituições de fiscalização. Segundo a delegada, as investigações não se encerram com as prisões, pois continuam com o objetivo de identificar todas as vítimas envolvidas. Ela reforçou a importância da colaboração da população, encorajando aqueles que têm informações ou que foram vítimas a entrarem em contato com a DCCCA ou utilizarem o Disque Denúncia 181 de forma anônima. Esse apelo destaca o valor do apoio comunitário no combate a crimes tão graves e sensíveis. A operação ressalta a determinação das autoridades em proteger os mais vulneráveis e garantir um ambiente mais seguro para crianças e adolescentes.






