Sob a liderança do delegado Sidney Tenório, que dirige a Diretoria de Polícia Judiciária 1, a operação conta também com a colaboração de outros delegados, como Bruno Tavares, responsável pelo Núcleo de Planejamento Operacional, e Bárbara Porto, da Diretoria de Inteligência Policial. Esse coordenado esforço destaca a importância da inteligência policial e do trabalho conjunto entre diferentes departamentos da polícia.
A mobilização para esta operação abrangeu um extenso efetivo, envolvendo as equipes das Diretorias de Polícias Judiciárias 1, 2, 3 e 4, além da Diretoria de Inteligência Policial e da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado. Também foram integradas à operação a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, a Coordenadoria de Recursos Especiais, e outras escoltas especializadas que atuam nas áreas mais sensíveis da segurança pública local.
Na região metropolitana da capital, os esforços estão concentrados em diversos pontos estratégicos, incluindo Rio Largo e bairros como Tabuleiro dos Martins, Benedito Bentes, Clima Bom, Jacintinho, Cidade Universitária, Santa Amélia, Santos Dumont, Pitanguinha e Vergel. A escolha desses locais reflete a análise de dados e inteligência policial, que indicam a necessidade urgente de intervenção em áreas onde a criminalidade tem apresentado índices preocupantes.
Com essas medidas, a Polícia Civil busca não apenas realizar prisões, mas também desmantelar estruturas que sustentam a criminalidade, promovendo um ambiente mais seguro para os cidadãos alagoanos. A operação reforça o compromisso das autoridades de segurança em garantir a paz social e a proteção dos direitos dos cidadãos, sinalizando que a luta contra o crime organizado é uma prioridade inadiável.
