A descoberta ocorreu após uma companhia aérea identificar uma bagagem suspeita, que estava emitindo sons incomuns. O alerta mobilizou um agente da Delegacia de Proteção ao Turista (DPTur), que prontamente acionou a Polícia Federal. Através de exame por raio-x, foi confirmado que a mala continha animais vivos, configurando a prática de crime ambiental.
O suspeito, que foi localizado no terminal de embarque, presenciou a abertura da mala, onde foram encontrados pintassilgos, canários, azulões, saíras, xexéus e caboclinhos. Durante o interrogatório, ele confessou que os pássaros eram oriundos da região de Palmeiras dos Índios. Conforme relatado, o objetivo era transportar as aves até São Paulo para entregá-las a terceiros, com planos de retornar a Alagoas ainda no mesmo dia.
As aves estavam amontoadas em pequenas gaiolas dentro da mala, acompanhadas de bolsas de gelo para resfriamento. Após a constatação do delito, o homem recebeu voz de prisão e foi levado para a Polícia Federal, onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O indivíduo foi liberado após os trâmites legais, enquanto as aves foram encaminhadas para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A operação reflete o compromisso das autoridades em combater o tráfico de animais silvestres, preservando a fauna local.






