A operação resultou na prisão de dois suspeitos, incluindo o líder do bando, que também estava envolvido na produção dos materiais falsificados. As ações foram coordenadas pela Delegacia Especializada de Roubos da Capital (DERC) e contaram com apoio estratégico e operacional de diversas divisões da Polícia Civil.
De acordo com o delegado Thiago Prado, a investigação foi iniciada após registros de roubos de medicamentos controlados e canetas emagrecedoras. O grupo criminoso atuava principalmente em Rio Largo, onde toda a estrutura do esquema foi mapeada, levando à emissão de seis mandados de busca e apreensão e à descoberta de uma fábrica clandestina.
No local, as autoridades encontraram vasta quantidade de produtos falsificados e roubados, já embalados para envio a outros estados, revelando a amplitude nacional da operação. Os insumos utilizados na produção eram adquiridos via Correios, manipulados e revendidos de forma ilegal.
Investigações apontaram que a quadrilha usava influenciadores digitais para divulgar os produtos, expandindo a rede de distribuição clandestina. Embora não tenha sido encontrado envolvimento de profissionais de saúde, as investigações continuarão para identificar todos os envolvidos. Produtos químicos sem identificação também foram confiscados e enviados para análise pericial. Essa primeira fase da operação marca um significativo impacto contra o crime organizado em Alagoas.