As ações foram realizadas nos bairros do Poço e Antares, resultando na detenção das envolvidas. A operação foi conduzida pela Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), com investigações lideradas pela Divisão Especial de Combate à Corrupção (Deccor) e sob a coordenação dos delegados José Carlos André e Maria Eduarda.
As investigações revelaram que o dinheiro público, destinado a serviços assistenciais, foi transferido para a conta pessoal de uma das suspeitas e posteriormente distribuído para outras contas. Além disso, foi evidenciado um esquema para ocultar os valores, envolvendo familiares e pessoas próximas.
Essa não é a primeira vez que as suspeitas são alvo de investigações; em novembro de 2025, mandados de busca já haviam sido emitidos. Contudo, novas provas foram determinantes para decretar suas prisões. As duas mulheres também são acusadas de tentativa de enganar os investigadores ao apresentarem celulares de seus netos como se fossem seus, em uma tentativa de comprometer a investigação.
Os mandados foram autorizados pela 10ª Vara Criminal da Capital, e as detidas deverão passar por uma audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça para os trâmites legais cabíveis.





