O projeto Banco Vermelho é uma intervenção social que busca trazer conscientização sobre o feminicídio por meio de símbolos visuais. O banco vermelho, instalado em locais de destaque, representa a perda das vítimas e promove a reflexão sobre a realidade da violência de gênero. Este ato não só aumenta a visibilidade do problema, mas também clama por políticas públicas eficazes e integradas.
Representando a Polícia Científica, estiveram a perita criminal Isadora Davi e os auxiliares Paloma Freire, Gabriel Temóteo e Lucas Cavalcante do Instituto de Criminalística do Agreste. A participação deles simboliza o comprometimento da polícia em combater a violência de forma ativa e presente, destacando-se pela liderança feminina dentro do órgão.
Além da adesão ao Banco Vermelho, o evento contou com a exposição “Mulheres Invisibilizadas”, que narra a história de 30 mulheres que, ao longo da história, contribuíram para a sociedade, mas que muitas vezes foram esquecidas. Essa exposição ressalta a importância da memória e do reconhecimento.
A Polícia Científica de Alagoas desempenha um papel crucial na investigação de casos de feminicídio. Com perícias que cobrem 100% dos casos de morte violenta de mulheres no estado, sua atuação é vital para garantir a punição dos agressores. Em colaboração com os Institutos Médicos Legais de Maceió e Arapiraca, as provas técnicas fornecem base robusta para investigações e condenações.
A adesão do MPF ao projeto reforça a rede de proteção e destaca a importância da ação coletiva no combate à violência contra a mulher, reafirmando que a justiça e a segurança devem atuar de forma integrada e inegociável.







