Durante a reunião, os oficiais apresentaram alternativas para diminuir a quantidade de materiais acumulados em locais inadequados. O tenente-coronel Eugênio, chefe do setor de estatística, propôs uma parceria com as gestões de municípios estratégicos, a fim de disponibilizar espaços para acomodar esses materiais.
Essa sugestão foi bem recebida, e a secretária executiva da Associação dos Municípios Alagoanos, Larissa Ferro, comprometeu-se a intermediar o diálogo com os gestores das cidades citadas para viabilizar os espaços. Além disso, a promotora Karla Padilha, titular da Promotoria de Controle Externo da Atividade Policial, sugeriu a criação de um Termo de Ajustamento de Conduta para padronizar os procedimentos adotados durante o armazenamento dos materiais apreendidos, especialmente aparelhos de som.
Em outro ponto da reunião, foi mencionado que, desde a reimplantação da lavratura do TCO pela Polícia Militar, já foram produzidos mais de 750 documentos nas unidades de todos os comandos de policiamento. Essa medida visa otimizar o tempo gasto pelos policiais em ocorrências de menor potencial ofensivo, como a perturbação do sossego alheio.
É esperado que os participantes desta reunião retornem a se reunir no próximo dia 26 para apresentar o retorno das sugestões propostas, visando à implementação de soluções eficazes para o armazenamento de materiais apreendidos durante a lavratura dos TCOs.
Essa parceria entre a Polícia Militar e o Ministério Público é uma iniciativa importante para melhorar a gestão e o armazenamento dos materiais apreendidos, buscando garantir a segurança e a eficiência na prestação dos serviços de segurança pública. A criação de medidas padronizadas e a busca por parcerias são passos fundamentais para a resolução desse problema e para aprimorar os processos adotados pela Polícia Militar de Alagoas.
