A iniciativa ocorreu nas dependências da usina fotovoltaica do TJAL, onde 65 mudas de plantas típicas do semiárido, como angico, pau-ferro, umbuzeiro e catingueira, foram introduzidas. Este movimento está alinhado à Resolução nº 594 do Conselho Nacional de Justiça, que visa à redução de emissões de carbono dentro do Judiciário em todo o país.
A ação contou com a presença de importantes figuras, como o diretor executivo do IMA/AL, Ivens Leão, e o presidente do TJAL, desembargador Fábio Bittencourt, além de representantes locais. Segundo Leão, a parceria é crucial para ampliar a restauração de áreas e fortalecer a biodiversidade do bioma Caatinga. Ele também destacou a importância de inspirar outras instituições a adotarem iniciativas semelhantes.
Fábio Bittencourt, presidente do TJAL, ressaltou a importância dos impactos ambientais gerados pela usina fotovoltaica e agora potencializados pelo reflorestamento. “Além da significativa economia de carbono, buscamos maximizar benefícios ambientais para Delmiro Gouveia e para o estado”, afirmou.
O projeto “Alagoas Mais Verde”, criado em 2015, tem como missão aumentar a arborização urbana e recuperar áreas degradadas no estado, contribuindo diretamente para a preservação dos biomas locais. Em 2025, o projeto conseguiu plantar 38 mil mudas em 58 municípios de Alagoas. Além dos esforços de reflorestamento, a iniciativa também promove a educação ambiental, distribuindo mudas em escolas e oferecendo cursos de capacitação, reforçando o compromisso com o futuro sustentável da região.






