Durante as operações, foram apreendidas 26 armas de diversos calibres e 378 munições, destacando munições de calibre .38 e 9mm, evidenciando o potencial ofensivo dos grupos criminosos. Além disso, as forças de segurança conseguiram retirar de circulação 33,47 quilos de drogas e resgatar 189 animais silvestres, indicando atividades significativas de tráfico de fauna.
As operações, intituladas Protetor das Divisas, Fronteira Marítima e Faro, causaram um impacto financeiro estimado de R$ 1,95 milhão nas facções locais. A força-tarefa contou com a colaboração da Chefia Geral de Inteligência Integrada, Diretoria de Repressão às Ações Criminosas do Crime Organizado, Polícia Civil, Diretoria de Inteligência e o Comando de Missões Especiais da Polícia Militar, com apoio da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
O secretário de Segurança Pública de Alagoas, Flávio Saraiva, destacou a eficiência das estratégias empregadas e a importância da integração entre as forças locais e nacionais. Ele reforçou que o enfrentamento ao crime organizado no estado é contínuo e uma política de Estado, focada no enfraquecimento das estruturas financeiras e operacionais das facções.
Além das operações em Alagoas, o programa nacional já resultou em 12.312 prisões, apreensão de mais de 115 toneladas de drogas e 1.161 armas em todo o país. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, enfatizou a importância de atacar o patrimônio das organizações criminosas para enfraquecê-las estruturalmente, impedindo a circulação de armas e fortalecendo o controle financeiro.





