O sucesso das operações em Alagoas envolveu unidades especializadas, incluindo os batalhões de Rotam e de Operações Policiais Especiais (Bope), além de companhias de Raio e de Choque. Durante o período, foram conduzidas 67 operações, com o cumprimento de 26 mandados judiciais relacionados a diversos crimes.
Entre as ocorrências, destacou-se a apreensão de dez armas artesanais, do tipo calibre 12, e munições no bairro do Pontal da Barra, em Maceió. O comandante de Missões Especiais da PM, tenente-coronel Henrique Jatobá, sublinhou a importância da operação como um compromisso contínuo com a segurança dos alagoanos e um exemplo de combate eficaz a atividades ilícitas.
No âmbito nacional, a operação causou um impacto significativo ao crime organizado, com prejuízos estimados em R$ 562,5 milhões. Foram apreendidas 16 toneladas de drogas e mais de 17 mil munições. A coordenação dessas ações coube à Diretoria de Operações Integradas e Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública, envolvendo esforços conjuntos das polícias civis, militares, federais, rodoviárias e Receita Federal.
A Operação Desarme é apontada como um marco na segurança pública, reforçando o foco em operações integradas e orientadas por inteligência para desmantelar as bases da criminalidade organizada, especialmente no combate ao tráfico de armas e drogas. As diligências alinhadas aos princípios da Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública visam garantir a eficácia e a continuidade das ações no enfrentamento aos crimes em todo o Brasil.







