Os oficiais enviados pela PM-AL, os tenentes-coronéis Hiraque Agnes e Bruno de Lima Lins, e o major Pedro de Oliveira, representaram suas respectivas unidades: o Comando de Policiamento da Região Metropolitana, o BPM de Rotam, e o 9º Batalhão. Durante as 40 horas de curso, foram discutidos temas relacionados às legislações que normatizam o uso das câmeras corporais, explorarando variados modelos destes dispositivos e analisando exemplos de aplicação em forças que já incorporaram essa tecnologia.
Segundo o comandante-geral da PM de Alagoas, Paulo Amorim, a introdução das câmeras corporais promete oferecer maior segurança jurídica aos militares durante os atendimentos, complementando e fortalecendo os relatos feitos por eles em ocorrências. Amorim destacou que a PM-AL está engajada em todas as etapas do processo de implementação, refletindo um compromisso com o fortalecimento e sucesso do projeto.
Além disso, a formação incluiu discussões sobre o uso da força, conforme orientações de uma portaria emitida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Este curso integra um acordo entre o governo federal e 16 estados brasileiros, para que essas câmeras estejam integradas totalmente ao serviço operacional até 2026. Medidas como essa mostram a disposição das instituições em evoluir e adaptar-se às novas demandas de um serviço policial mais transparente, resguardando tanto os direitos dos cidadãos quanto a atuação dos próprios agentes da lei. Assim, o uso das câmeras corporais surge como um passo à frente no aprimoramento da segurança pública nacional, com o potencial de transformar a forma como as operações policiais são conduzidas e supervisionadas.
