Segundo Mendonça, a escolha do pescado deve começar com uma inspeção rigorosa do local de compra. É imperativo que os estabelecimentos apresentem boas condições de higiene, organização e armazenamento adequado, como refrigeração eficiente. Mariscos, como o sururu, merecem atenção especial devido ao alto risco de contaminação, sendo essencial verificar a origem, procedência e a validade do produto.
O consumidor pode verificar a frescura do pescado por meio de características específicas: peixes devem ter olhos brilhantes, guelras avermelhadas, carne firme e escamas bem aderidas. Já camarões e mariscos, devem apresentar textura firme e coloração uniforme. A presença de odor forte ou viscosidade são sinais de alerta para a qualidade comprometida do alimento.
A nutricionista alerta sobre o perigo do consumo de pescado mal conservado, que pode resultar em intoxicações alimentares com sintomas como náuseas, vômitos e diarreia. Para prevenir, é aconselhável garantir a refrigeração adequada imediatamente após a compra. No transporte, especialmente em dias quentes, o uso de bolsas térmicas é recomendado.
Em casa, a conservação correta do pescado pode ser determinante. Na geladeira, ele deve ser mantido em recipientes fechados e consumido rapidamente. No freezer, o armazenamento deve ser em embalagens bem vedadas, respeitando o prazo de validade de cada tipo de pescado para preservar sabor e valor nutricional.
Mendonça também enfatiza a importância do correto descongelamento, preferencialmente sob refrigeração, para evitar a proliferação de microrganismos. Além disso, a profissional reforça a necessidade de higienização adequada das mãos e utensílios durante o preparo e o armazenamento dos alimentos.
Com essas medidas preventivas, a população pode desfrutar de uma Semana Santa segura e saborosa, sem comprometer a saúde.






