Aviles Ancelmo da Silva, mecânico industrial, foi um dos beneficiados. Após sofrer um acidente de moto, desenvolveu uma ferida complexa que afetava sua mobilidade e o mantinha distante do trabalho. Participar do mutirão representou para ele uma esperança de resolução dos problemas de saúde.
A ação integra diferentes áreas da saúde, promovendo um atendimento multidisciplinar eficiente desde a triagem até a definição de abordagens terapêuticas específicas. Além disso, a iniciativa beneficia também o aprendizado dos estudantes envolvidos no projeto, que têm a oportunidade de participar ativamente durante o atendimento.
O diretor da Casa Fecha Feridas, Guilherme Pitta, destacou que alguns pacientes aguardavam o atendimento há mais de cinco meses, e que a organização do mutirão permite não apenas realizar tratamentos necessários como curativos complexos, mas também aplicar protocolos de avaliação criteriosos.
Entre os participantes destacam-se profissionais do Exército Brasileiro, que ampliaram a oferta de atendimento médico e odontológico, demonstrando uma integração robusta e eficaz em prol da saúde dos pacientes.
A programação do mutirão terá continuidade no dia 17 de julho, quando mais 50 pacientes serão atendidos, totalizando 100 beneficiados. O evento também é um ambiente de aprendizado para os estudantes de instituições como a Uncisal e o Cesmac, que têm a oportunidade de aplicar na prática o que aprendem em sala de aula, sob a supervisão de profissionais experientes.
Jailson Araújo da Silva, pescador aposentado, também manifestou satisfação com o atendimento recebido. Ele, que convive com diabetes, elogiou a qualidade do suporte prestado e destacou que só pretende deixar o local quando estiver completamente recuperado.
Esta iniciativa reforça a relevância de ações integradas e diferenciadas no campo da saúde, oferecendo uma resposta concreta a uma demanda crescente por atendimento especializado em casos de feridas crônicas.





