A proposta busca humanizar o espaço hospitalar, utilizando a leitura e a arte como formas de cuidado e conexão emocional. A programação inclui contação de histórias, apresentações culturais e intervenções lúdicas com a participação de artistas e voluntários comprometidos com essa missão. Entre os destaques da edição estão Chaluppe e seus bonecos, Tia Miroca, Marcinha Câmara, o grupo Anjos do HUPPA e Anne Cerqueira, que traz histórias e danças ciganas.
Mellina Freitas, secretária de Estado da Cultura e Economia Criativa, enfatiza a importância da ação: “Levar cultura para um hospital é oferecer acolhimento e esperança. Essa é uma das missões da Secult, estar presente onde somos mais necessários.”
A biblioterapia, núcleo central da iniciativa, oferece pausas emocionais na rotina hospitalar, conforme explica Mira Dantas, supervisora da Biblioteca Pública Estadual: “Ela tem o poder de transformar, oferecendo conforto e conexão através das histórias.”
Este evento não é apenas uma intervenção artística, mas um ato de cuidado integrado, mostrando que a cultura pode ser um aliado poderoso na promoção de bem-estar e humanidade.







