O parto, que teve início às 8h e se estendeu até 12h25, transcorreu de maneira tranquila, garantindo não apenas o sucesso do procedimento, mas também a segurança e conforto emocional da mãe. Maria Fabiana e seu filho já estão em casa, e ela descreve a experiência como “leve e acessível”, evidenciando a importância de se ter comunicação clara com a equipe médica durante o parto.
Este foi o terceiro parto acessível realizado pela CIL, destacando-se como uma iniciativa vital para integrar a comunicação eficaz entre gestantes surdas e profissionais de saúde ao longo da gestação. As intérpretes acompanham as mães durante todo o processo, desde consultas até a hora do parto, reforçando o direito à saúde igualitária.
Maria Fabiana ressaltou o papel do intérprete como crucial, afirmando que a presença de Késsia Santos ao seu lado facilitou a compreensão durante todo o procedimento, transformando a experiência em um momento de segurança e tranquilidade. Késsia, por sua vez, afirmou que “promover a acessibilidade num momento tão importante é gratificante”, e enfatizou a percepção dos profissionais de saúde sobre a necessidade de apoio linguístico.
Arabella Mendonça, secretária de Estado da Cidadania e da Pessoa com Deficiência, destacou a relevância dessas práticas inclusivas para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde o acesso à informação e aos serviços é garantido para todos os cidadãos, independentes das suas necessidades especiais. Iniciativas como esta, sem dúvida, transformam vidas e promovem maior equidade social.
