Ao todo, oito organizações voltadas para o atendimento de pessoas com deficiência foram escolhidas. As vagas foram criteriosamente distribuídas pelas categorias de transtorno do espectro autista, deficiência auditiva ou surdez, deficiência física, mental ou intelectual, visual e múltiplas. Destaca-se que, além das vagas tradicionais, foram atribuídas duas vagas adicionais às áreas que obtiveram mais votos, independente da deficiência que representam.
Entre as entidades eleitas para dar voz a essas causas tão importantes, a Associação de Pais e Amigos dos Autistas (Assista) garantiu sua presença na representatividade para o transtorno do espectro autista. Na área de deficiência auditiva ou surdez, a Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais (AAPPE) se destacou e foi escolhida. A Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal) será a representante da deficiência física, enquanto a Federação das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais do Estado de Alagoas (Feapaes) ficou com a representação da deficiência mental ou intelectual.
Completando o quadro de representantes, outras instituições também conquistaram seus espaços: a Associação Alagoana de Pessoas com Deficiência Visual (AAPCDV) atuará na representação da deficiência visual, a Fundação Casa Especial (Funcae) atenderá a deficiência múltipla, e a Associação dos Surdos de Alagoas (ASAL) também marcará presença na área de deficiência auditiva ou surdez. O Instituto Amor 21 se destacou entre as entidades mais votadas para representar a deficiência mental ou intelectual.
Segundo anunciou a Comissão Eleitoral do CEDPD/AL, as organizações têm até o dia 8 de outubro para apresentar eventuais recursos sobre o resultado das eleições. O julgamento desses recursos será realizado em 10 de outubro e a lista final, já homologada, será publicada no dia 11 do mesmo mês.
Toda a documentação necessária para a homologação pelo governador Paulo Dantas será enviada até o dia 15. A posse dos novos conselheiros está prevista para novembro, em data, horário e local a serem definidos pelo colegiado, marcando assim um novo ciclo de atuação em prol dos direitos das pessoas com deficiência em Alagoas.






