Os termos do convênio já foram devidamente assinados, representando uma etapa significativa na ampliação de espaços destinados à resolução consensual de conflitos em Alagoas. Essa iniciativa ocorre em um momento oportuno, especialmente devido à proximidade da Semana Nacional da Conciliação, que destaca a importância do diálogo e da resolução pacífica de disputas judiciais.
A colaboração entre o Judiciário alagoano e a SEUNE também se mostra crucial para a formação prática dos estudantes de Direito, aproximando esses acadêmicos da realidade profissional e das práticas de mediação e conciliação. O diretor da instituição, professor Stuart Manso, enfatizou que iniciativas como essa são fundamentais, pois proporcionam aos alunos a experiência prática na atuação jurídica, particularmente em áreas que demandam habilidades de mediação e conciliação.
“Essas parcerias são essenciais, pois abrem oportunidades para que nossos alunos pratiquem a atuação jurídica em situações reais. Isso não apenas aprimora sua formação acadêmica, mas também desenvolve habilidades interpessoais e prepara profissionais mais capacitados para atuar no sistema de Justiça”, afirmou o professor.
Regiane Manso, vice-diretora da SEUNE, também sublinhou o impacto social e educacional da parceria. Ela declarou que a implantação dos CEJUSCs é um avanço considerável tanto para a população quanto para os estudantes da instituição. “Essa iniciativa estimula a cidadania, promove o diálogo e oferece aos acadêmicos uma experiência prática alinhada com as demandas atuais do sistema de Justiça”, disse.
Augusto Mota, diretor jurídico da SEUNE, reforçou o papel das instituições de ensino na promoção do acesso à Justiça. Segundo ele, os CEJUSCs desempenham uma função vital ao incentivar soluções consensuais e humanizadas para os conflitos. “Para a SEUNE, participar desse projeto é uma forma de contribuir diretamente para a sociedade e para a formação de profissionais que atuem com ética, técnica e espírito conciliador”, concluiu.
Os novos CEJUSCs não apenas agregarão valor à formação acadêmica dos alunos, mas também ampliarão o acesso da população a métodos alternativos de resolução de conflitos, promovendo um sistema de Justiça mais ágil, eficiente e centrado no diálogo.
