O livro compila uma série de reflexões e experiências da comunidade LGBTQIAPN+, desempenhando um papel crucial na ampliação do debate público sobre inclusão, cidadania e a luta contra a discriminação. Dados alarmantes da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) revelam que, apesar de uma redução em homicídios de pessoas trans no Brasil, o país ainda lidera tragicamente no número de assassinatos, com um preocupante total de 80 casos em 2025.
Além da violência persistente, o mercado de trabalho reflete discriminação severa contra a comunidade LGBTQIAPN+. Embora 15,5 milhões de brasileiros se identifiquem como parte desta comunidade, eles ocupam apenas 4,5% dos postos de trabalho, sendo os números para trabalhadores trans ainda menores, segundo pesquisa em quase 300 empresas do país.
Em Alagoas, o governo tem se posicionado de maneira proativa. O secretário de Estado dos Direitos Humanos, Marcelo Nascimento, exalta a importância do projeto: “A celebração do Dia Nacional da Visibilidade Trans deve refletir nossa luta por respeito e dignidade.” Por sua vez, Mauricio Bugarim, diretor-presidente da Imprensa Oficial, reforça o compromisso do governo com a diversidade e a educação: “Publicações como esta são instrumentos vitais de transformação social.”
Assim, a iniciativa do livro “Orgulho LGBTQIAPN+” surge como um movimento notável para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente, reforçando a necessidade de superar preconceitos e fomentar o respeito à diversidade em todas as suas formas.






