Guilherme Paiva, médico legista responsável pela necropsia, informou que o corpo do professor não apresentava sinais de violência. Com isso, a decisão foi encaminhar amostras biológicas para o Laboratório Forense da Polícia Científica, onde serão realizados exames toxicológicos. De acordo com o legista, essas análises são cruciais para identificar se fatores externos ou clínicos contribuíram para a morte de Carlos Alberto, e o resultado servirá de base para o laudo cadavérico definitivo.
O professor, que atuava como coordenador do curso de Medicina no campus Arapiraca da UFAL, foi encontrado sem vida em sua residência no bairro Massaranduba, Arapiraca, na manhã de segunda-feira, 9 de fevereiro.
O Instituto de Criminalística do Agreste foi chamado para realizar a perícia no local. A perita Isadora Davi destacou que foram usados recursos avançados para a coleta de vestígios, os quais seguirão para exames complementares em Maceió. Além das amostras biológicas, impressões digitais foram coletadas com o ForenScope CSI Pro 3, uma tecnologia de ponta que recentemente se tornou disponível no estado.
A investigação continua, mantendo toda a comunidade em alerta, enquanto aguarda-se a conclusão das análises que poderão trazer novas informações sobre esse caso que desafia as autoridades locais.
