ALAGOAS – IML de Arapiraca Realiza Exames Toxicológicos para Determinar Causa da Morte de Professor da UFAL

No dia 10 de fevereiro de 2026, um caso que abalou a comunidade acadêmica de Alagoas continua a ser investigado. A morte de Carlos Alberto de Carvalho Fraga, professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), está sob análise detalhada pelo Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, que solicitou exames toxicológicos para elucidar as causas do falecimento.

Guilherme Paiva, médico legista responsável pela necropsia, informou que o corpo do professor não apresentava sinais de violência. Com isso, a decisão foi encaminhar amostras biológicas para o Laboratório Forense da Polícia Científica, onde serão realizados exames toxicológicos. De acordo com o legista, essas análises são cruciais para identificar se fatores externos ou clínicos contribuíram para a morte de Carlos Alberto, e o resultado servirá de base para o laudo cadavérico definitivo.

O professor, que atuava como coordenador do curso de Medicina no campus Arapiraca da UFAL, foi encontrado sem vida em sua residência no bairro Massaranduba, Arapiraca, na manhã de segunda-feira, 9 de fevereiro.

O Instituto de Criminalística do Agreste foi chamado para realizar a perícia no local. A perita Isadora Davi destacou que foram usados recursos avançados para a coleta de vestígios, os quais seguirão para exames complementares em Maceió. Além das amostras biológicas, impressões digitais foram coletadas com o ForenScope CSI Pro 3, uma tecnologia de ponta que recentemente se tornou disponível no estado.

A investigação continua, mantendo toda a comunidade em alerta, enquanto aguarda-se a conclusão das análises que poderão trazer novas informações sobre esse caso que desafia as autoridades locais.

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