O sistema foi desenvolvido pela Assessoria de Comunicação do IMA/AL, que tem a responsabilidade de definir normas sobre a fabricação e utilização dessas placas. Elas deverão ser usadas em áreas, projetos e instrumentos ambientais associados ao órgão. Segundo Gustavo Lopes, diretor-presidente do IMA/AL, a padronização pretende facilitar o reconhecimento de áreas protegidas e projetos monitorados, além de garantir maior transparência nas ações do Instituto em todo o estado de Alagoas.
A normativa estipula diretrizes rígidas sobre o modelo, a identidade visual, e as informações obrigatórias que cada placa deve conter. As áreas de aplicação incluem unidades de conservação, áreas protegidas, e empreendimentos licenciados, entre outras. A proposta prevê ainda uma melhoria na transparência e na rastreabilidade das informações ambientais, auxiliando o público a identificar a regularização ambiental de áreas específicas e a autoridade responsável.
A iniciativa também combate a desinformação, prevenindo o uso inadequado da identidade institucional. O documento completo, incluindo detalhes sobre a confecção das placas, pode ser acessado no site do IMA/AL. Lá, os interessados encontram informações sobre tamanhos adequados, materiais a serem usados, critérios de legibilidade e manutenção. Para casos como placas de RPPN, é necessária uma solicitação formal pelo Portal IMA+.
Com esta ação, o IMA/AL fortalece seu compromisso com a comunicação clara e a proteção ambiental, tornando as informações ambientais mais acessíveis e seguras para todos os cidadãos de Alagoas.
