A CPRE é um procedimento pouco invasivo, que não requer cortes no abdômen. Ele é realizado para desobstruir o canal do fígado, auxiliando no tratamento de pacientes com problemas de obstrução causados por pedras ou tumores. Além disso, a CPRE é importante para áreas como clínica médica, cirurgia e oncologia.
O médico supervisor da endoscopia, Daniel Costa, enfatiza a importância desse procedimento: “O procedimento é muito importante, pois dá suporte a outras áreas, como a clínica médica, cirúrgica e oncológica”.
O Hospital Metropolitano pretende realizar cerca de 30 CPREs por mês. Já foram direcionados para a unidade 18 pacientes que estão internados na Rede Estadual de Saúde. O acesso aos serviços do hospital é feito pelo Sistema de Regulação do Estado.
O diretor-geral do Metropolitano, Antônio Lucena, destaca a importância da disponibilização da cirurgia pelo SUS, tanto para a população quanto para os cofres públicos: “Com a implantação desse serviço aqui, o Estado de Alagoas irá economizar para os cofres públicos algo em torno de R$ 4 milhões por ano, além de ofertar uma quantidade maior de procedimentos para a população”.
O secretário executivo de Regulação e Gestão, Igor Monteiro, também ressalta o ganho para a rede pública estadual: “Temos muito trabalho ainda pela frente para entregar os melhores serviços de saúde para toda a população alagoana e, sobretudo, também temos cuidado e coração para cuidar das pessoas”.
A implementação desse serviço no Hospital Metropolitano é uma iniciativa que evita a judicialização e resolve questões de saúde de forma administrativa. O defensor público-geral de Alagoas, Carlos Eduardo, afirma estar satisfeito com o progresso na saúde pública do estado: “Estamos muito satisfeitos com o que estamos vendo”.
Com essa disponibilização da CPRE pelo SUS, o acesso a esse procedimento se torna mais acessível para a população alagoana, proporcionando um tratamento eficaz e de qualidade.






