A asma é caracterizada como uma inflamação crônica das vias respiratórias, manifestando-se por sintomas como falta de ar, chiado no peito, tosse persistente – especialmente à noite ou no início da manhã – e sensação de aperto no peito. Helion Lisboa destaca que diversos fatores podem desencadear crises asmáticas, entre eles poeira, mofo, poluição, mudanças bruscas de temperatura, além de infecções respiratórias e até mesmo o estresse emocional.
Apesar de ainda não ter cura, a asma pode ser controlada através de diagnóstico precoce e tratamento contínuo. O médico enfatiza a necessidade de acompanhamento rigoroso, pois muitos pacientes tendem a negligenciar sintomas recorrentes e a buscar ajuda apenas em situações de crise. A automedicação e a interrupção do tratamento sem supervisão médica constituem riscos significativos que podem agravar o quadro clínico.
A prática da fisioterapia respiratória emerge como uma aliada essencial no manejo da asma, promovendo o fortalecimento da musculatura ventilatória e ensinando técnicas de controle da respiração. “Essas intervenções são fundamentais para reduzir o impacto das crises asmáticas”, afirma Lisboa.
Quanto às medidas preventivas, o médico recomenda manter ambientes limpos e arejados, evitar contato com poeira e fumaça, higienizar roupas de cama e seguir à risca o tratamento prescrito. Em caso de sintomas persistentes ou crises frequentes, é essencial procurar avaliação médica. “Informação e cuidado contínuo são cruciais para o controle da asma e a promoção da saúde respiratória”, conclui Helion Lisboa.






