O hospital identificou que dos atendimentos relacionados a acidentes, 168 envolveram veículos, com destaque para 115 incidentes com motociclistas. Os dados mostram ainda que oito pessoas sofreram quedas de bicicleta, três tiveram acidentes automobilísticos, e duas foram vítimas de atropelamentos. Não parou por aí: o HEA recebeu também três casos de capotamento e 37 colisões em geral. Além disso, duas pessoas necessitaram de atenção devido a acidentes de trabalho.
As ocorrências de agressão somaram sete atendimentos, divididos entre agressões físicas e ferimentos por arma branca. Além disso, o hospital tratou 50 casos de corpos estranhos em regiões como olhos e garganta, destacando a diversidade das ocorrências.
Os plantonistas também tiveram que lidar com casos de intoxicação exógena, contabilizando 14 vítimas. Luxações e entorses foram responsáveis por 52 atendimentos, enquanto pancadas somaram 33.
Incidentes com animais não ficaram de fora: 15 pessoas foram tratadas por mordidas de cachorro, seis por picadas de abelha, outras seis por picadas de insetos e 12 por picadas de escorpiões. Entre outras causas, cinco quedas de animais, 21 quedas de altura, e 140 quedas da própria altura ganharam atenção especial.
O período também viu o atendimento de nove vítimas de queimaduras. Além dos atendimentos de urgência, o HEA realizou 21 procedimentos cirúrgicos, destacando seu papel crucial na assistência médica regional.





