Para alcançar esse objetivo, Alagoas se destaca nas regiões Norte e Nordeste em geração de energia a partir de biomassa de cana-de-açúcar, um insumo de natureza renovável com produção assegurada no Estado. Além disso, a implementação do Programa de Desenvolvimento Integrado (Prodesin) criou um ambiente competitivo para fomentar a implantação da indústria de energia elétrica com origem eólica, de biomassa de cana-de-açúcar e de eucalipto. Investidores interessados em explorar as reservas de gás natural também terão benefícios fiscais atrativos.
Os investimentos para a diversificação da matriz energética em Alagoas serão da ordem de R$ 6 bilhões, gerando cerca de 3.500 empregos e produzindo 1.300 MW de potencial energético. Estão previstas a instalação de uma usina termelétrica em Marechal Deodoro, um parque eólico em Mata Grande e usinas termelétricas e de gás natural no Pilar.
Além disso, o Governo de Alagoas está em tratativas com a Equatorial Alagoas, concessionária de energia que já opera no Estado, para produzir hidrogênio verde (H2V). O hidrogênio verde é obtido a partir de fontes renováveis e representa uma alternativa energética que contribui para a redução do volume de carbono liberado para a atmosfera.
Esses investimentos têm como objetivo garantir a disponibilidade de serviços energéticos a todo momento e para todos, além de assegurar custos acessíveis aos consumidores. Alagoas busca se destacar na transição energética e se tornar referência na produção de energia limpa e renovável, contribuindo para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico.
