As operações foram coordenadas a partir do auditório do Quartel-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas, reunindo representantes do CBMAL, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Departamento Estadual de Aviação (DEA), Polícia Militar e secretarias estaduais de Saúde e Segurança Pública. A complexidade da situação, que resultou em 15 vítimas fatais e 23 feridos, exigiu um esforço coletivo eficaz.
A chamada foi atendida pela Central de Regulação Única por volta das 6h20, acionando prontamente os recursos da macrorregião de Arapiraca. Dez ambulâncias do Samu, três aeronaves do DEA, e ambulâncias municipais garantiram o socorro imediato. O CBMAL enviou cinco viaturas e 15 militares para o local, coordenando o resgate de vítimas e estabilização do cenário.
O comandante-geral do CBMAL, coronel Sérgio Verçosa, destacou a importância da integração entre órgãos na resposta ao incidente. Segundo ele, a cooperação interagências reforçou a capacidade de organização do Estado, focando no resgate e atendimento das vítimas.
A coordenadora de Integração Aeromédica do DEA, tenente-coronel Elaine Monteiro, enfatizou a importância da coordenação técnica durante a operação, classificando o desafio como um “cenário de múltiplas vítimas” que requeriu uma operação totalmente integrada.
Além disso, o coordenador do Samu, médico Mac Douglas, salientou que o atendimento foi guiado por protocolos específicos para incidentes de grande magnitude, assegurando que os melhores recursos fossem direcionados de forma eficiente.
A coletiva também contou com a presença do diretor-presidente do DEA, coronel André Madeiro, e do comandante do COB, coronel Aluysio Wanderley, que reforçaram o papel crucial do Corpo de Bombeiros no salvamento e na logística da operação. O acidente no Sertão alagoano revelou não apenas a gravidade do evento, mas também a capacidade do governo em articular uma resposta eficaz em momentos críticos.
