Erivanda enfatiza que a prática do uso racional envolve prescrição adequada, dosagens corretas e acompanhamento médico, desencorajando a automedicação. “O uso correto de medicamentos significa que os pacientes devem receber a medicação certa para suas condições clínicas, na dose adequada, pelo tempo necessário e ao menor custo possível”, afirma.
Outro aspecto crucial abordado pela farmacêutica é o armazenamento apropriado dos medicamentos. É fundamental evitar armazená-los em locais com calor ou umidade, como cozinha e banheiro, fatores que podem afetar sua eficácia. Além disso, o controle de validade é essencial, já que medicamentos vencidos devem ser prontamente descartados.
Erivanda destaca que o uso irracional pode não apenas mascarar sintomas de doenças graves, adiando diagnósticos importantes, mas também desencadear reações alérgicas, intoxicações e danos a órgãos vitais, como fígado e rins. Dados mostram que no Brasil os medicamentos lideram as causas de intoxicações humanas, ultrapassando produtos químicos e agrotóxicos.
Dessa forma, a mensagem da farmacêutica é clara: o uso consciente e orientado de medicamentos é fundamental para garantir a saúde da população e evitar complicações graves.






